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Faça a gestão do mérito de investigação para a avaliação da FCT, os concursos CEEC e a acreditação A3ES

O MERITUS regista, pontua e avalia a atividade de investigação e de transferência de conhecimento dos seus investigadores ao nível de indivíduo, grupo e unidade de I&D, e deixa o processo pronto — com a grelha de avaliação da sua universidade, evidências, assinatura e selo.

Entre a avaliação periódica das unidades de I&D da FCT (classificação que condiciona o financiamento plurianual), os concursos de Estímulo ao Emprego Científico (CEEC) avaliados sobre o CIÊNCIAVITAE, a progressão na carreira ao abrigo do ECDU e a acreditação de cursos e instituições pela A3ES, os seus investigadores têm de sustentar a sua produção. O MERITUS regista e pontua o mérito ao nível de indivíduo, grupo e unidade, e faz a gestão da sua avaliação; o cálculo do incentivo configura-se por concurso e a importação a partir do CIÊNCIAVITAE está no roteiro.

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O MERITUS nasce do critério técnico da Expertiot — 13 anos a avaliar projetos de I&D, 2.506 processos e 12 entidades certificadoras. Não entregamos apenas a ferramenta: entregamos o critério de avaliação que a sustenta.

O problema

O mérito dispersa-se; cada avaliação custa semanas

As plataformas oficiais (CIÊNCIAVITAE, RCAAP, sistemas internos) nem sempre comunicam entre si: o investigador volta a introduzir os mesmos dados e a produção é avaliada ao nível de indivíduo, grupo e unidade de I&D com grelhas distintas. Preparar a avaliação das unidades de I&D da FCT, sustentar as candidaturas aos concursos CEEC e reunir o processo para a A3ES obriga a compilar à mão, sem rastreabilidade nem um critério único. O MERITUS põe ordem: um único lugar para o mérito de investigação, com a grelha da sua universidade. A interface do produto está em espanhol; o suporte em pt-PT está no roteiro.

Como funciona

Da atividade ao processo, em quatro passos

1

Regista

Importe ou registe méritos com as suas evidências e identificadores (ORCID, Scopus ID, DOI).

2

Pontua

Aplique a grelha de avaliação da sua universidade, com regras próprias.

3

Avalia

Resolve a avaliação ao nível de indivíduo, grupo e unidade de I&D, com rastreabilidade para a FCT e os concursos CEEC.

4

Documenta

Gera o processo e os PDF com assinatura e selo, e facilita a acreditação junto da A3ES e da vice-reitoria para a investigação.

Produto modular

Um núcleo e os módulos de que precisa

Comece pelo essencial e ative módulos consoante a sua universidade.

Kernel

Núcleo de méritos

Modelo CERIF, pessoas, grupos, evidências e identificadores persistentes.

M01

Avaliação

Pontuação interna do mérito ao nível de indivíduo, grupo e unidade de I&D, com rastreabilidade para a FCT e os concursos CEEC.

M02

Índice

Índice de atividade de investigação por pessoa, grupo e unidade.

M03

Incentivos

Elegibilidade de incentivos internos consoante o mérito validado, configurável por concurso.

M04

Registo

Lançamentos rastreáveis de cada decisão e documento emitido.

M05

Panorama

Painéis de cumprimento institucional. No roteiro.

M06

Integrações

Importação a partir do CIÊNCIAVITAE, RCAAP, ORCID e repositórios via normas. No roteiro.

Portugal

Enquadramento institucional e normativo

Os organismos e a legislação que o MERITUS o ajuda a gerir — com ligação à fonte oficial.

Ligações a fontes oficiais (fct.pt, a3es.pt, cienciavitae.pt, rcaap.pt, dgeec.medu.pt, cnpd.pt, diariodarepublica.pt). Verificado: jun-2026.

Como encaixa

Onde o MERITUS entra no calendário de avaliação português

Em Portugal, a produção científica de uma universidade é olhada por vários processos com calendários próprios: a avaliação periódica das unidades de I&D conduzida pela FCT, cuja classificação condiciona o financiamento plurianual; os concursos de Estímulo ao Emprego Científico (CEEC), em que o currículo do investigador é apreciado a partir do CIÊNCIAVITAE; a progressão na carreira docente universitária ao abrigo do ECDU; e a acreditação de cursos e instituições pela A3ES. Cada um pede que o mérito esteja reunido, sustentado em evidência e pronto a apresentar. O MERITUS regista uma só vez cada mérito — com os seus identificadores (ORCID, Scopus ID, DOI) e evidências — e pontua-o com a grelha de avaliação da sua própria universidade, ao nível de indivíduo, grupo e unidade de I&D.

A partir desse registo único, o MERITUS resolve a avaliação interna e produz o processo documental — PDF com assinatura eletrónica e selo institucional, auditoria e rastreabilidade — que depois alimenta esses procedimentos externos. O MERITUS não acredita nem atribui classificações: a avaliação das unidades de I&D é decidida pela FCT e pelos seus painéis, e a acreditação de cursos e instituições é decidida pela A3ES. O MERITUS prepara e facilita o dossiê de mérito que sustenta essas candidaturas; não substitui a decisão das agências nem dos júris. A medição abrange apenas os investigadores que introduzem os seus méritos na plataforma — não é uma fotografia automática de todo o corpo docente.

Há peças que ainda estão no roteiro: a importação direta a partir do CIÊNCIAVITAE, do RCAAP e dos repositórios via normas; os painéis de cumprimento institucional; e a interface do produto em português (atualmente o produto opera em espanhol). O critério técnico que sustenta o motor vem da Expertiot — 13 anos a avaliar I&D, 2.506 processos e 12 entidades certificadoras —, mas a grelha que pontua o mérito é sempre a da sua universidade, com as regras que esta definir. Assim, quando chega a janela de submissão da FCT ou o ciclo da A3ES, o mérito já está reunido, pontuado e documentado, em vez de ser compilado à mão.

Um cenário típico. Uma universidade em Portugal prepara a próxima avaliação periódica das suas unidades de I&D pela FCT e, em paralelo, sustenta candidaturas a concursos CEEC. Em vez de pedir a cada investigador que volte a compilar o currículo, a vice-reitoria para a investigação parte do registo já validado no MERITUS, aplica a sua grelha e gera os dossiês assinados — sem afirmar que existe aqui uma instalação local; o caso real continua a ser uma universidade espanhola.

Caso real

Já em produção, não numa demo

O núcleo do MERITUS opera hoje numa universidade espanhola: os investigadores registam os seus méritos, o gabinete de investigação valida-os, o sistema calcula a pontuação e resolve os pedidos de incentivo de ponta a ponta — com PDF oficial, assinatura eletrónica e selo institucional, auditoria completa e cópias de segurança diárias.

"Por fim um único lugar onde o mérito da nossa gente é avaliado com o nosso critério e documentado sem atritos."— Vice-Reitoria para a Investigação · universidade espanhola em produção

Conformidade e segurança: RGPD — Lei n.º 58/2019 (Portugal) · SSO institucional · auditoria e cópias de segurança diárias · notificação de incidentes em ≤72 h · residência de dados na UE · suporte em pt-PT e acessibilidade no roteiro.

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem decide

O MERITUS atribui o nível ou a categoria aos meus investigadores?

Não. O MERITUS regista, pontua e documenta o mérito com a grelha de avaliação da sua universidade, mas não atribui níveis nem categorias. A avaliação das unidades de I&D é decidida pela FCT e pelos seus painéis, e a progressão na carreira ao abrigo do ECDU compete aos órgãos da instituição. O MERITUS prepara e facilita o dossiê; não substitui essas decisões.

O MERITUS liga-se ao CIÊNCIAVITAE?

A importação direta a partir do CIÊNCIAVITAE, do RCAAP e dos repositórios via normas está no roteiro, ainda não disponível. Hoje, o investigador regista ou importa os méritos com os seus identificadores (ORCID, Scopus ID, DOI) e evidências dentro do MERITUS, e a plataforma mantém a rastreabilidade para os processos da FCT e os concursos CEEC.

Também serve para a acreditação da A3ES?

Serve de apoio. O MERITUS reúne e documenta o mérito de investigação que sustenta os processos de acreditação de cursos e instituições, com PDF assinado e selo. Mas a acreditação é decidida pela A3ES; o MERITUS prepara e facilita o dossiê, não emite a decisão.

Quem define o barema de pontuação?

A sua universidade. A grelha de avaliação é configurada com as regras próprias da instituição, ao nível de indivíduo, grupo e unidade de I&D. Por trás do motor está o critério técnico da Expertiot — 13 anos a avaliar I&D, 2.506 processos e 12 entidades certificadoras —, mas as regras que pontuam o mérito são sempre as da sua universidade.

Cumpre a legislação de proteção de dados?

O MERITUS foi concebido para operar em conformidade com o RGPD e com a Lei n.º 58/2019, que executa o RGPD em Portugal, sob a supervisão da CNPD. Inclui SSO institucional, auditoria, cópias de segurança diárias, notificação de incidentes em ≤72 h e residência de dados na UE. Os painéis de cumprimento institucional e o suporte em pt-PT estão no roteiro.

Já há alguma universidade em Portugal a usá-lo?

Não há ainda uma implantação em Portugal: o caso real é uma universidade espanhola, onde o núcleo do MERITUS opera em produção. Em Portugal estamos em fase de demonstração e diagnóstico; pode pedir uma demonstração com os dados da sua universidade.

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Peça uma demonstração ou um diagnóstico de avaliação para a sua universidade, ou descarregue o dossiê.

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Resumo executivo do MERITUS (PDF) para apresentar à direção.

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